
Tornando os ambientes compreensíveis, precisamos pensar do ponto de vista dos públicos que os utilizam, criando um índice de importância, procuramos o que é memorável, único e interessante, observando linhas de visão e o impacto dessa comunicação.
Considerando que a maioria dos lugares é frequentado por um público cada vez mais internacional, exige que se compreendam os costumes e códigos locais, na concretização da mobilidade através desta interpretação, baseando-se no utilizador e no seu trajeto, simplificando e facilitando a comunicação e sua leitura, proporcionando mais e melhor navegação do ambiente.
Este desafio do projeto de Wayfinding, encontra dificuldades frequentemente, dado que muitos sistemas de mobilidade incluindo ciclismo e caminhada, são muitas vezes administrados por mais de uma autoridade ou conjunto de operadores.
Os relatórios existentes, suportam que o retorno será mais de cinco vezes o investimento no projeto de Wayfinding da cidade.
As pessoas precisam sempre de ajuda para percorrer novos lugares, quanto mais complexo e menos memorável, maior dificuldade será a mobilidade nesses ambientes.
A fonte do stress e portanto a barreira para viajar, está nas conexões necessárias para encontrar a estação, mudar de meio de transporte, saber para que lado virar. Comunicando estas informações no lugar certo e da forma correta, alcançamos de imediato o objetivo de melhorar a acessibilidade e navegação dos ambientes, na qualificação do Património e Turismo.
Carlos Mateus, 2021